terça-feira, 31 de julho de 2007

cavaleiros templários


ANTIGA E MEDIEVAL

Os banqueiros de Cristo

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Graças ao empenho deles na causa defesa da Cristandade, ao heroísmo e coragem demonstrada em inúmeras batalhas travadas contra o Islã, e devido a absoluta correção como se conduziam, os prédios que aquartelavam os monges - desde que a Ordem fora fundada em Jerusalém, em 12 de junho de 1119, por Hugo Payens e por seu companheiro Godofredo de Saint-Omer - tornaram-se locais seguríssimos.

A pureza e a espada, conjugadas, eram as apreciadas garantias dadas pelos Templários aos donos dos dobrões que acolhiam em depósito. Numa era de incertezas extremas, de pilhagens e incêndios constantes motivados pelas guerras feudais intermitentes, qualquer recinto protegido pela cruz da Ordem aparecia como se fora um oásis. Um cofre-forte inexpugnável protegido pelo Senhor.

Era tal a confiança que despertavam que não tardou para que sus instalações se transformassem em estabelecimentos bancários, ainda que informais, fazendo deles, entre os séculos XII e XIII, os principais fornecedores de crédito a quem os poderosos da época recorriam (consta que na Espanha até os chefes mouros obtinham empréstimos junto a eles).
Não há nenhum exagero em afirmar-se que a Ordem dos Templários tornou-se, bem antes dos Médicis e dos Fuggers, o primeiro banco europeu. Assim foi que se gerou a lenda da fortuna fabulosa, mais jamais comprovada, do Tesouro dos Templários.

Aumentando e solidificando ainda mais a estranheza com que eles eram vistos pela gente comum, um espesso véu de segredo parecia cobrir tudo o que dissesse respeito ao Templo e a sua gente. De fato, as cerimônias de admissão e iniciação dos monges recendiam às práticas esotéricas secretas, fato perfeitamente compreensível numa instituição militar fundada em território inimigo, como foram os primeiros anos dos Templários na época do Reino Latino de Jerusalém. Nada se sabia ou se ouvia do que ocorria no seu intramuros, pois os cavaleiros estavam presos aos perpétuos votos de segredo.

Todavia, a continuação daqueles ritos sigilosos preservados em meio aos reinos cristãos somente fez crescer a desconfiança geral contra os monges soldados. O que fez por tornar ainda mais plausível junto à opinião da época as incríveis assacações que lhes foram feitas pelos esbirros de Filipe IV. Ainda que na Itália Dante Alighieri tenha suspeitado delas, o engenhoso alquimista maiorquino Raimundo Lullio, o "Doctor Inspiratus", creditou-as como verdadeiras.

O declínio do ímpeto cruzado


Mouros contra cristãos
A derrota dos cristãos frente a Saladino na batalha de Hattin, em 1187 (no final dela 200 templários foram executados), a perda definitiva de Jerusalém, em 1244, com a conseqüente expulsão do restante dos ocidentais da Palestina menos de 50 anos depois, abateu o ânimo das empresas cruzadas. Espírito este que já fora profundamente abalado quando a Quarta Cruzada, ocorrida em 1204, desviando-se totalmente dos seus objetivos, terminara por assaltar e pilhar Constantinopla, a capital da cristandade oriental. Algo que começara em 1095 como um forte e sincero apelo à fé, a retomada dos Lugares Santos das mãos dos infiéis, um tanto mais de século depois desandara numa empreitada militar de traição e vilania cometida por cavaleiros ocidentais contra os próprios cristãos.(*)

(*) O assalto dos latinos à grande cidade grego-cristã-ortodoxa selaria para sempre o Cisma da Cristandade, pois nunca mais as Igrejas de Roma e a Grega de Constantinopla fizeram as pazes.

A própria reciclagem da função da Ordem, de trincheira avançada dos cruzados para banco de empréstimos, foi significativa do desencanto crescente da nobreza e do povo em seguir a bandeira da cruz contra o Crescente.

Deste modo, a cabeça coroada de Filipe, o belo, monarca sempre carente de recursos, deu em pensar qual a utilidade verdadeira do tesouro dos Templários? Se não se prestava mais para financiar as expedições dos cristãos em território muçulmano para que mais serviria? Além disso, aquela constelação de castelos, fortalezas e conventos nas mãos dos guerreiros de Cristo, formava um império fora das vistas do soberano: a Ordem dos Templários posava como se fora um estado dentro do estado.

Cai o bispo, cai a torre



Despido de qualquer constrangimento moral, algo que Maquiavel, se então já fosse vivo, provavelmente aplaudiria, Filipe, o belo, agiu como um hábil jogador de xadrez. Para conquistar a "torre" do Templo, aplicou a tática da ação indireta: primeiro derrubou o "bispo" que a sustentava à distância, isto é, o próprio papa. Sempre recorrendo ao prestativo Guilherme de Nogaret, Filipe IV, aproveitando-se da confusão que abalava Roma, acusou Bonifácio VIII de herético e simplesmente arrancou-lhe o báculo, banindo-o da cidade. Em seguida, em junho de 1305, tramou a indicação de um súdito seu, Bertrand de Goth, o arcebispo de Bordeaux, para ser entronado como Celestino V.

Ora, se a imunidade dos cavaleiros da cruz vermelha derivava da especial proteção do Papado, colocando a mitra sobre um pontífice dócil aos seus desígnios, o monarca francês, depois de ter-lhes invadido e ocupado os conventos, não demorou em obter o consentimento para a supressão definitiva deles por meio de um consistório privado ocorrido em Viena na data de 22 de novembro de 1312.

Medida essa que ficou circunscrita ao Reino da França, visto que o Templo continuou atuando na Inglaterra, na Espanha e em Portugal. Filipe, o belo, sempre sinuoso, recorreu ainda a um outro estratagema.

Para não açambarcar descaradamente os bens dos quem flagelara, autorizou que parte do patrimônio deles fosse transferida para a Ordem de São João, mais é evidente que lhe coube o montante do leão. Se algum consolo restou aos templários que sobreviveram à hecatombe, num processo que se arrastou ainda por 13 anos, foi estarem vivos para assistirem como foi precisa a maldição lançada por De Monay aos seus algozes. Não transcorreu um ano da execução do grande-mestre para seus inimigos também morrerem: Filipe, o belo, Nogaret e Celestino V, todos os três entregaram a alma a Deus antes daquele desgraçado ano de 1314 findar.

Todavia, outros estabelecimentos da Ordem, em Portugal, em Castela e Aragão, onde se estendia o grande fronte da guerra da Cristandade contra o Islã, continuaram engajados nos séculos seguintes na faina de lutar contra os mouros.

Franco-maçons e jesuítas




O fim dos Templários na França e o mistério que pairava sobre a Ordem têm provocado desde então muitas fantasias, produzindo uma prodigiosa bibliografia que nunca mais parou de crescer. Apaixonados pelo ocultismo, admiradores das seitas secretas, simpatizantes das teorias conspirativas, caçadores de tesouros perdidos ou simples curiosos, associaram-se ao longo desses séculos todos para imaginarem ou darem foros de verdade as mais diversas e incríveis histórias sobre eles. Todavia, dois fatos concretos a Ordem dos Templários terminou por inspirar, uma de viés secular e a outra religiosa: a Franco-Maçonaria e a Companhia de Jesus.

As primeiras lojas maçônicas supõe-se que aparecidas entre 1212 e 1272, herdaram-lhes o gosto pelo protocolo secreto e pela imposição do sigilo aos seus iniciados, enquanto que Inácio de Loyola, que fundou a ordem dos jesuítas, em 1534, neles se inspirou para dar corpo a um empreendimento religioso que, além do estudo e da devoção, obedecesse às regras da disciplina militar, agindo como os soldados de Cristo na luta contra a heresia e o paganismo. Deste modo, os famosos Exercícios Espirituais fixados por ele seriam uma revivência mais espiritualizada da Régle du Temple (o manual religioso-militar adotado pelos monges templários por orientação de Bernardo de Clarival).

Quanto ao destino da monarquia francesa torna-se pertinente observar que se em 1307 os cavaleiros da Ordem viram-se atacados no Templo de Paris pelos emissários armados do rei, este mesmo prédio, quase cinco séculos depois, serviu como prisão do rei Luís XVI e da sua família durante a Revolução Francesa de 1789: o Le Temple.

Dali, retirados das celas da Tour Carrée, depois de condenados, os soberanos destituídos foi conduzido à execução pela guilhotina no ano de 1793, um em janeiro e o outro em outubro. Como o número de franco-maçons, que se entendiam como sucessores dos templários, era expressivo nos meios insurgentes e revolucionários, pode-se perceber o ocorrido como um histórico acerto de contas, ainda que por estranhas vias, da desaparecida Ordem dos Templários com a Monarquia francesa. Robespierre, o incorruptível grande-mestre da revolução, vingou De Monay.

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terça-feira, 24 de julho de 2007

catolicismo

----- Mensagem Encaminhada -----
De: celso prudencio <celso714@oromail.net>
Para: josepintopinheiro@yahoo.com.br
Enviados: ter, 24 Jul 2007 19:36:04 -0300 (BRT)
Assunto: seitas=catolicismo

CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS - CACP



SALVAÇÃO SÓ NA IGREJA CATÓLICA, DIZ OS PAPAS

Apesar de Pedro que dizem ter sido o primeiro papa afirmar que fora de
Jesus não há salvação[Atos 4:12], os supostos sucessores de São
Pedro afirmam exatamente o contrário. Passando por cima da autoridade do
próprio apóstolo, os papas através de seus concílios, bulas e
encíclicas afirmaram durante toda a história do catolicismo que fora de
sua igreja não havia salvação. Vejamos as declarações heréticas de
alguns deles contidas num site católico do qual foi extraído o
artigo logo abaixo:

"Papa Inocêncio III (1198-1216): "De coração cremos e com a boca
confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana,
Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva".

IV Concílio de Latrão (1215), infalível, Canon I: "...Há apenas uma
Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é
salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia
erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós,
acima, explanamos...".

Papa Bonifácio VIII (1294-1303): "Por apego da fé, estamos obrigados
a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma
apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora
dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice,
o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda
necessidade de salvação para toda criatura humana.

Concílio de Florença (1438-1445): "Firmemente crê, professa e
predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente
os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não
poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está
preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se
unirem a Ela(...).

O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e
excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores
declararam, e ainda proferiu : "... nossa fé católica, sem a qual é
impossível agradar a Deus..."

Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: "... Esta
verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar..."
(Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)

Papa Benedito IV (1740-1758): "Esta fé da Igreja Católica, fora da
qual ninguém pode se salvar...".

Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: "Outra causa que tem
acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou
seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos
enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer
religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis
com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável,
dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef.
4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao
Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão
contra Cristo, já que não estão com Cristo(Luc. 11,23) e os que não
colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão
infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem
íntegra e sem mancha(Simb. Sancti Athanasii).(...) Desta fonte lodosa do
indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor
disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro
corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões
que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda
parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta
grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do
que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)".



Teses condenadas, pelo Papa Pio IX (1846-1878), no Sillabus:

15a "É livre a qualquer um abraçar o professar aquela religião que
ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira".

16a "No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da
salvação e alcaçar a mesma eterna salvação".

17a "Pelo menos deve-se esperar bem da salvação eterna daqueles todos
que não vivem na verdadeira Igreja de Cristo".

18a "O protestantismo não é senão outra forma da verdadeira
religião cristã na qual se pode agradar a Deus do mesmo modo que na Igreja
Católica".

21a "A Igreja não tem poder para definir dogmaticamente que a
religião da Igreja Católica é a única religião verdadeira"



Outro texto de Pio IX: "(...) não temem fomentar a opinião desastrosa
para a Igreja Católica e a salvação das almas, denominada por Nosso
Predecessor, de feliz memória, de ‘loucura’ (Mirari Vos) de que a
‘liberdade de conciência e de cultos é direito próprio e
inalienável do indivíduo que há de proclamar-se nas leis e estabelecer-se em
todas as sociedades constituídas; (...) Portanto, todas e cada uma
das opiniões e perversas doutrinas explicitamente especificadas neste
documento, por Nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e
condenamos; queremos e mandamos que os filhos da Igreja as tenham,
todas, por reprovadas, proscritas e totalmente condenadas". (Quanta Cura)

Papa Leão XIII (1878-1903), encíclica Libertas Praestantissimum:
"(...) oferecer ao homem liberdade (de culto) de que falamos, é dar-lhe o
poder de desvirtuar ou abandonar impunemente o mais santo dos deveres,
afastando-se do bem imutável, a fim de se voltar para o mal. Isto, já
o dissemos, não é liberdade, é uma escravidão da alma na objeção
do pecado."

Papa Pio XI (1922-1939), Mortalium Animus: " Os esforços [do falso
ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque
eles se apoiam sobre esta opinião errônea que todas as religiões são
mais louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente,
se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que
nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder(...)
Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade
dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias
exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das
almas".(...) "Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a
Palavra de Cristo: ‘Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um
só pastor’( Jo XVII,21; X,16), e eles repetem esses texto como um
desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam
que a unidade da fé e de governo, característica da verdadeira e
única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe
hoje... Eles afirmam que todas ( as igrejas) gozam dos mesmos direitos;
que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica
até os primeiros Concílios Ecumênicos(...). Tal é a situação. É
claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar
parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço,
aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para
eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã
completamente estranha à única Igreja de Cristo"

Vejamos o que tem a dizer o maior papa do século, São Pio X
(1903-1914), ele tem a autoridade dos papas e a virtude dos santos. Talvez seja
a melhor pessoa, neste século, para falar sobre isso. Ele fez o
chamado Catecismo Maior, em 1905. O primeiro Catecismo foi ordenado pelo
Concílio de Trento, e foi publicado pelo Papa S. Pio V, em 1566, e é um
resumo de toda doutrina principal que a Igreja sempre ensinou, colocada
de forma fácil, para que todos possam compreender e obedecer.



"Catecismo da Doutrina Cristã", voz infalível do ensinamento dos
Papas e dos Concílios:

149- Que é a Igreja Católica?
A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas
batizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de
Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos
Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.

153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de
pessoas batizadas que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe?
Todos os que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe , não
pertencem à Igreja de Jesus Cristo.

156- Não poderia haver mais de uma Igreja?
Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim com há um só Deus,
uma só fé e um só Batismo, assim também não há nem pode haver
senão uma só Igreja verdadeira.

168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica,
Romana?
Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode
salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé,
que era figura desta Igreja.

Ou, ainda em outro documento, São Pio X, condenando, as teses
modernistas: "Toda religião, não excetuada sequer a dos idólatras, deve ser
tida por verdadeira(...). E os modernistas de fato não negam, ao
contrário, concedem, uns confusa, e outros manifestamente, que todas as
religiões são verdadeiras(...). Quando muito, no conflito entre as
diversas religiões, os modernistas poderão sustentar que a Católica tem
mais verdade, porque é mais viva e merece mais o título de Cristã,
porque mais completamente corresponde o título de Cristã, porque mais
completamente corresponde às origens do cristianismo".'

O autor (católico) deste artigo no original, ainda confirma convicto:


"Cremos ter provado que, pela Igreja Católica: só há uma Igreja
verdadeira, fora da qual não há salvação; Além disso, havendo um só
Deus, conseqüentemente, só pode haver uma Igreja verdadeira. Essas
proposições valem para sempre."

Agora já deu para perceber que a Igreja Romana é SEMPER EADEM, ou
seja, sempre a mesma, nunca vai mudar. Engana-se quem pensa que o
ecumênico João Paulo II, vai retirar todas essas afirmações heréticas
proferidas pelos seus antecessores. Na verdade, ele nunca se posicionou
contra, ou sequer mencionou como errôneo as dezenas de "anátemas" que o
Concílio de Trento impetrou contra os protestantes. Nem poderia mesmo,
pois fazendo assim, estaria automaticamente admitindo que seus
predecessores não eram falíveis quando falavam ex-catedra. Ele nunca se
colocaria debaixo destas maldições atoa, em nome de uma falsa união!
Diante de tudo isso só podemos dizer uma coisa: o ecumenismo pregado
por JPII, nada mais é do que uma farsa, uma arapuca preparada para os
protestantes.
Não obstante a Bíblia é categórica em dizer que: "E em nenhum outro
há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado
entre os homens, em que devamos ser salvos."
E não queira sofismar aqui o clero católico em dizer que a Igreja
está em Cristo e Cristo na Igreja, por isso os termos seriam
equivalentes. Toda essa argumentação é erigida à margem da Palavra de Deus.
Mesmo que a Igreja seja o corpo de Cristo e ao mesmo tempo sua noiva,
mostrando assim um laço espiritual; no entanto, a Biblia não diz em lugar
nenhum que essa Igreja, é a Igreja Romana.

Fonte: parte deste artigo foi colhido no site católico Montfort -
associação cultural.



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